O storytelling é o conceito que engloba as formas de contar histórias. Inspirado nos grandes roteiristas e diretores de cinema, tem muito a agregar à forma das marcas se comunicarem com seus públicos. Afinal, mais do que vender, hoje precisamos cativar e conectar pessoas e ideias.
Do início: o conceito
Usando os elementos de narrativas de ficção e entretenimento, o storytelling trabalha com quatro pilares: personagem, ambiente, conflito e uma mensagem. Com essa base, é possível desenvolver histórias com começo, meio e fim para criar um elo emocional com quem você está se comunicando.
- Personagem: aquele que percorre a jornada, que vive a história.
- Ambiente: a história acontece em algum lugar, é importante descrevê-lo.
- Conflito: fator provocativo, a quebra na normalidade que leva a um movimento que é a história.
- Mensagem: o que a história passa, o que ela quer dizer com tudo que conta.
Tá, mas como posso aplicar na minha marca?
Mais do que anunciar, você pode contar e seduzir – e o marketing de conteúdo e storytelling são totalmente sobre isso. Guiar o público pelo universo onde seu produto, o que você acredita, são os personagens principais e tem uma mensagem consistente para a vida de quem os consome pode mudar absolutamente tudo em um negócio.
- Storytelling como parte do conteúdo: você pode ilustrar situações usando uma história. Escolha um filme, por exemplo, e o use como ponto de partida para explicar sua mensagem.
- Storytelling como estrutura de conteúdo: neste caso, você pode usar dos elementos da técnica para criar a sua própria narrativa. Tenha em mente a mensagem, de forma clara. Estruture quem é o personagem que precisa percorrer a jornada que será guiada pelo seu conteúdo para vencer o conflito e entender a mensagem, que pode ser o seu produto ou serviço ou a missão da sua marca.
OBS: Perceba que nessa segunda situação vemos como a definição da persona e do funil de conteúdo, conhecidos do marketing, estão muito próximos do storytelling. Nada é por acaso!
Existem diversos modelos de narrativas que você pode se basear, como a jornada do herói ou o modelo Pixar. Mas, aí vão algumas dicas importantes e que se aplicam a todos:
- Saiba para onde vai: um bom caminho é essencial para uma história lógica e cativante. Os elementos precisam fazer sentido, se conectando uns com os outros e levando de uma fase a outra, sem muitas turbulências.
- Transmita boas sensações, mas sem romantizar: assim como é prazeroso consumir um conteúdo positivo e que gere bons sentimentos, passar do ponto para um nível muito distante da realidade de quem está o consumindo pode gerar afastamento e perda de identificação – que é o objetivo do storytelling, gerar identificação. Cative, mas não iluda!
Não existem leis fixas para contar boas histórias, e essa é a magia do marketing de conteúdo: com criatividade, verdade e boas referências todos podem conquistar o seu espaço. Se quiser saber mais sobre como criar o conteúdo certo para a sua marca, entre em contato com a Cartola. Vem conhecer a agência pioneira no ramo no Brasil.
Daniela Sangalli, conteudista e jornalista da Cartola – Agência de Conteúdo